
Maurício, esta página é sua. Ela mostra como a Trisoft pode ganhar um braço digital que fala a língua do arquiteto — em português e em inglês — especificando, educando o mercado e abrindo portas de São Paulo a Dubai.
Empresa que dura 60 anos não dura por acaso — dura porque teve coragem de trocar o próprio produto antes que o mercado obrigasse.
Até hoje, especificar Trisoft depende de alguém do seu time estar disponível.
A partir de agora, depende só de o arquiteto querer.
Escolha a aplicação e veja como a IA orienta um arquiteto ou comprador em segundos — o começo de conversa que hoje depende de um técnico disponível.
“É mais sustentável” não fecha reunião — número fecha. Quantas garrafas PET saíram do meio ambiente naquele forro, naquela parede: esse é o argumento que ele leva para a mesa, e é justamente o que ninguém entrega pronto na mão dele.
Seu time para de explicar a lã de PET dez vezes por semana — e o arquiteto para de esperar alguém estar livre. Inclusive em inglês, quando Dubai chama. (Experimente: "Hello!")
A Pet fala a língua do arquiteto, do comprador — e do empresário: ela foi treinada na metodologia do MBM. Toque numa situação abaixo que ela já começa te guiando, ou escreva do seu jeito.
💡 Prefere falar? Toque no botão de chamada no cantinho da tela — a Pet também conversa por voz. Speak English? She speaks it too — text and voice.
Versão demonstração com respostas preparadas. A completa conecta um modelo de IA à base técnica da Trisoft — especificação com ficha técnica real, PT/EN/AR, no site e no WhatsApp.

Collins estudou as empresas visionárias — as que atravessam gerações preservando a essência e trocando todo o resto. A Trisoft é exatamente esse caso: 60 anos, um pivô de coragem nos anos 90, e a geração seguinte já no comando.
Achei justo este livro estar na sua estante agora que a próxima geração já assumiu o turno — ele honra o seu pai, você e o Charles na mesma capa.
As garrafas que entraram por aquela porta viram projeto na mão de um arquiteto que você nunca conheceu. A partir daqui, você sabe o nome dele.
Cinco coisas que mudam tudo — e nenhuma delas é técnica. É só jeito de conversar.
Ninguém acerta sem contexto. Diga primeiro quem é o cliente, qual linha e o que você quer — depois peça.
Ela obedece ao formato pedido. Se você não pedir, ela escolhe — e normalmente escolhe longo demais.
Não precisa recomeçar. Dizer o que ficou errado já muda a resposta seguinte — como corrigir alguém do lado.
O mesmo produto muda de discurso conforme quem lê. Nomear a pessoa muda o tom e o conteúdo.
Quando a resposta não vier boa, devolva a pergunta. Ela sabe dizer que informação está faltando.
Dez minutos por dia. Sem instalar nada, sem estudar nada.